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Transtorno de dependência de tela: ameaça real que está danificando o cérebro de seu filho

Fique atento!

Publicada em 21/06/2023 às 14:39h

por Cura pela Natureza


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Você já ouviu falar em transtorno de dependência de tela?

 

Pois é melhor tomar cuidado: esse é um problema muito comum e afeta cada vez mais adultos e crianças.

 

O transtorno é mais nocivo nas crianças.

 

O pior é que quase todas as crianças deste planeta têm seus olhos colados em telas de aparelhos como smartphone e tablet.

 

E, olha, esses aparelhos podem prejudicar, e muito, o cérebro do seu filho.

 

Isso acontece porque o cérebro das crianças ainda está em fase de mudanças significativas em sua estrutura e conectividade.

 

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Vários fatores afetam o desenvolvimento neural e podem levar ao transtorno de dependência de tela.

 

 

Aqui estão algumas das classificações do transtorno de dependência de tela:

 

– Transtornos de dependência da Internet

 

– Transtorno de jogos na Internet

 

– Uso problemático da internet

 

 

– Uso compulsivo da internet

 

– Uso patológico de videogames

 

– Vício em videogames

 

– Uso patológico de tecnologia

 

– Dependência de telefone celular

 

– Vício a sites de rede social (Como WhatsApp  Facebook)

 

Segundo os psicólogos,  existem oito sintomas comuns de transtorno de dependência de tela:

 

– Preocupação

 

– Sintomas de abstinência

 

– Desorganização e indiferença crescente em relação às outras atividades

 

 

– Não reduzir ou interromper as atividades da tela

 

– Continuar dependente apesar das consequências negativas

 

– Mentir sobre a extensão do uso

 

– Usar como escape para as adversidades da vida

 

Além dos sintomas, os dados do transtorno também são preocupantes.

 

De acordo com um estudo de 2015 publicado na Behavioral Sciences, cerca de 12% dos jovens adolescentes americanos são “videogamers patológicos”.

 

Jogar games eletrônicos não envolve substâncias químicas, mas certamente leva ao desenvolvimento de sintomas semelhantes aos do vício.

 

A especialista em Vida Familiar e Desenvolvimento Infantil e Educadora da Primeira Infância, Claudette Avelino-Tandoc, explica que o transtorno de dependência de tela causa insônia, dor nas costas, flutuação de peso, problemas de visão, dor de cabeça, ansiedade, desonestidade, sentimentos de culpa e solidão.

 

Os sintomas mais graves incluem danos cerebrais: os cientistas descobriram que o uso excessivo de telas e o transtorno de dependência de tela são responsáveis ??pelo encolhimento do cérebro das crianças.

 

Incrivelmente as crianças perdem tecido no lobo frontal, estriado e ínsula.

 

 

Essas partes do cérebro são responsáveis ??pelo planejamento, organização, supressão de impulsos socialmente inaceitáveis ??e capacidade de desencadear compaixão e empatia.

 

Se você tem filhos que sofrem de transtorno de dependência de tela, veja o que deve fazer para ajudá-los:

 

– Filhos de 0 a 18 meses

 

Use a mídia da tela apenas quando você tiver que fazer conversas por vídeo.

 

Se o seu filho (a) tiver de 18 a 24 meses e você quiser introduzir mídia digital, certifique-se de escolher uma programação de alta qualidade.

 

Sente-se ao lado do seu filho e ajude-o a entender o conteúdo.

 

– Filhos de 2 a 5 anos

 

Não deixe seu filho usar telas por mais de 1 hora.

 

Ajude seu filho a entender o conteúdo do programa e sugira algumas maneiras de usá-lo em sua vida cotidiana.

 

– Filhos de mais de 6 anos

 

 

Limite o tempo que seu filho passa no computador ou no smartphone.

 

Certifique-se de que o “tempo de tela” não afeta seu padrão de sono ou atividade física.

 

Defina regras e obrigue-o a respeitá-las.

 

Aproveite os tempos livres de tela e saia com seu filho com mais frequência.

 

Escolha várias atividades que você gosta e ajude seu filho a entender que ele não precisa do celular nem do tablet o tempo todo.

 

Converse.

 

Seu filho quer que você fale.

 

Ela precisa de seu conselho e de sua opinião.

 

Fale sobre cidadania e segurança online.

 

Preste mais atenção à maneira como seu filho trata as pessoas on-line e off-line.










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