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Nova variante da Covid-19 com 75 mutações já circula em diversos países

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Publicada em 08/04/2026 às 08:40h

por Vbombom


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 (Foto: Vbombom)

Uma nova subvariante da Covid-19, conhecida como “Cicada”, tem chamado a atenção de especialistas ao redor do mundo por apresentar um número elevado de mutações e já estar presente em diversos países.

 

A cepa, identificada cientificamente como BA.3.2, é uma sublinhagem da variante Ômicron e vem sendo monitorada por autoridades de saúde devido à sua rápida disseminação internacional.

 

O que é a variante “Cicada”?

 

A “Cicada” é resultado da evolução natural do coronavírus, que continua sofrendo alterações genéticas ao longo do tempo. Essa subvariante foi detectada inicialmente em 2024 e, desde então, passou a ser identificada em diferentes regiões do mundo.

 

Atualmente, já há registros em pelo menos 23 países, o que reforça a necessidade de acompanhamento constante por parte de cientistas e órgãos de saúde.

 

Por que essa variante preocupa?

 

O principal fator que chama atenção é o alto número de mutações. A “Cicada” possui cerca de 75 alterações genéticas, principalmente na proteína spike — estrutura usada pelo vírus para entrar nas células humanas.

 

Esse grande número de mutações pode facilitar o chamado “escape imunológico”, ou seja, a capacidade do vírus de infectar pessoas mesmo após vacinação ou infecção anterior.

 

Apesar disso, especialistas destacam que mais mutações não significam, necessariamente, uma doença mais grave.

 

Sintomas continuam semelhantes

 

Até o momento, os sintomas da variante seguem o mesmo padrão observado em outras versões recentes da Covid-19, sendo geralmente leves na maioria dos casos.

 

Entre os principais sinais estão:

 

Febre

Tosse

Dor de garganta

Coriza ou congestão nasal

Cansaço

Dor no corpo

 

Essas características indicam que, apesar das mutações, o comportamento clínico da doença não mudou significativamente.

 

A variante é mais perigosa?

 

Segundo especialistas e órgãos internacionais, não há evidências de que a “Cicada” cause quadros mais graves ou aumente o número de hospitalizações em relação a outras subvariantes da Ômicron.

 

O principal ponto de atenção continua sendo sua capacidade de se espalhar e driblar parcialmente a imunidade existente.

 

Vacinas continuam sendo essenciais

 

Mesmo com as mutações, a vacinação segue sendo a principal forma de proteção contra formas graves da doença.

 

Especialistas reforçam que manter o esquema vacinal atualizado é fundamental, principalmente para grupos mais vulneráveis, como idosos, gestantes e pessoas com comorbidades.

 

Situação no Brasil

 

Até o momento, não há registro oficial da variante “Cicada” no Brasil, segundo informações das autoridades de saúde.

 

Ainda assim, como outras variantes já fizeram anteriormente, existe a possibilidade de que ela chegue ao país, o que reforça a importância da prevenção.

 

A variante “Cicada” mostra que o coronavírus continua evoluindo e exigindo monitoramento constante. Embora não haja indícios de maior gravidade, o alto número de mutações acende um alerta para a vigilância epidemiológica.

 

Manter a vacinação em dia e adotar medidas básicas de prevenção continuam sendo as melhores formas de proteção diante das novas variantes.










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